Que venha o segundo turno.
O segundo turno está aí, no dia 29 vamos ter que voltar às urnas e escolher nosso futuro...
Hora da verdade, quem vai levar esse barco rumo, rumo aonde, rumo ao que?
Não sei, antes havia esperança, hoje não tenho mais.
Fui traído por um cara que se dizia de esquerda, trabalhador, progressista.
Ele levou o que ainda me restava de esperança nesses quatro anos que esteve no poder!
É claro que meu voto ele não leva, me resta o outro.
Não quero renunciar ao meu direito de voto, por isso o Geraldo Alckmin tem meu voto.
Não que eu espere muito dele, aliás, não espero nada!
Não consigo acreditar mais em nenhum político, em nenhuma promessa.
Mas não quero que a bandalheira se perpetue por mais quatro anos...
O que espero no novo governo é que a ambição do Presidente seja a de entrar para a história, do homem público que levou nosso Brasil rumo ao primeiro mundo, aquele que educou, cuidou da saúde, aumentou os empregos, e permitiu que cada brasileiro tivesse moradia e virasse cidadão na sua plenitude.
Estou de saco cheio desses roubos diários, desse cinismo, dessa mentirada, dessa bandalheira.
Quero no governo um homem na acepção da palavra... que assuma seus erros e procure acertar junto com a população, quero nos governos, homens de coragem pra assumirem que o Brasil tem que ser repensado e começar do zero.
Homens que admitam que nosso país está a muito tempo fora dos trilhos e que se não houver uma mobilização nacional, nunca sairemos do buraco!
Não que o Alckmin me pareça solução, pelo contrário! Só não quero que essa quadrilha continue no comando da nação.
“Quando um homem assume uma confiança pública, ele deve considerar-se propriedade pública.”
(Thomas Jefferson)
A Respeito do patrocínio pro Miguel Falabella
Questões de Moralidade.
Lendo esta semana sobre o Patrocínio da Prefeitura no valor de R$ 500.000,00 pro espetáculo “Império” do Gestor Cultural do Município, “Miguel Falabella”, onde eram colocadas as questões éticas e morais, já que numa concorrência, jamais em tempo algum, um funcionário público deveria participar, o gestor da cultura carioca, não só participou como levou a grana.
Isso me remeteu a janeiro desse ano, quando era discutido o arrendamento pela prefeitura do Teatro Tereza Rachel, que na mesma ocasião o prefeito tombou...
O Falabella estava puto com a quantia que era discutida pra se pagar a atriz proprietária do teatro pelo arrendamento do teatro e disse o seguinte:
- "Não sou um palhaço", diz o gestor Miguel Falabella
Achei que estava apenas atendendo a um pedido dela — diz “Falabella”, que, ao saber, na semana passada, da possibilidade de venda, sentiu-se pessoalmente atingido. — Eu não sou um palhaço, estou fazendo um trabalho sério, ela não pode me alugar durante seis meses e depois dizer que está pensando em vender como se nada tivesse acontecido. Eu viabilizei o contrato num tempo recorde, se pensarmos na morosidade burocrática, e consegui um bom aluguel. “Querer mais do que R$ 35 mil é quase obsceno num país como o nosso.”
Vejam onde está sublinhado, pagar mais de R$ 35.000,00 pelo arrendamento de um teatro com mais de 1200m², que ficaria a disposição de todos os grupos e empresas teatrais do Rio, era imoral, era obsceno!
Palavras dele, “Miguel Falabella”, “OBSCENO”
Continua:
Agora ele recebe R$ 500.000,00 dos cofres públicos e nada é anormal, imoral e nem obsceno...
Não quero nem me prolongar, discutindo aqui o fato do “Miguel Falabella” exercer cargo público, mas sim a questão moral de se investir com nossa grana meio milhão em um só espetáculo!
Disse o Falabella que esse dinheiro não ia pro seu bolso e sim pra produção... queria o que? devemos acreditar nisso?
Digamos que sim, ele esteja sendo honesto, do “MEIO MILHÃO”, nenhum realzinho que seja vai cair na sua conta...
Caro “Falabella”, o senhor já recebe salário pago pelos nossos impostos, será que não vai cobrar pela direção, isso não está orçado nesses “ QUINHENTOS PAUS”?
E quando a peça estrear, abrirá mão dos seus 10% como autor e 5% da direção?
Questões de moralidade, ética e obscenidade.
Com “MEIO MILHÃO”, quantas peças não poderiam ser produzidas?
Por que então tanta grana em uma só produção?
O fato é que desse dinheiro, mesmo que a peça seja um retumbante sucesso, nenhuma graninha voltará pro Município.
Questões Municipais morais e éticas.
Essa grana , “MEIO MILHÃO”, não seria melhor empregado se o seu destino fosse algum hospital do Rio, afinal nossa rede municipal de Hospitais, postos de saúde, são nota 1.000, não precisam de investimentos, por que cada cidadão do Rio que entra num hospital municipal tem atendimento de primeiro mundo!
Essa grana, “MEIO MILHÃO”, não seria melhor investido, se o destino fossem as escolas municipais?
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